Como astróloga, posso imaginar o papel que a mulher desempenhou no estudo do céu. Os antigos, por desconhecerem de que maneira a mulher gerava, quando uma mulher queria engravidar, ela se colocava sob a luz da lua, e ali dormia, tendo por companhia o céu estrelado, o seu amante. Também posso imaginar o impacto de um céu estrelado em um mundo com ar respirável, sem ter ainda sofrido a destruição que nós humanos impusemos ao lindo planeta azul com nosso pseudo avanço. É fácil imaginar a magnificência do céu e o quanto este conclamava com seu esplendor, os homens a observá-lo.
Essa observação do céu por todos os povos antigos, quer homens ou mulheres, permitiu ao homem entender que o movimento dos astros correspondia ao movimento na terra, que céu e terra se correspondiam, da mesma maneira que o que está dentro, encontra correspondência no que está fora do ser humano.
Com base nesse princípio, nasceu a Astrologia, ciência a qual nós do Meio do Céu nos devotamos, com amor e entrega.
Por terem assimilado perfeitamente essa lei das correspondências, os antigos que se dedicavam à Astronomia, eram os mesmos que se dedicavam à Astrologia. Uma não existia em separado da outra.
Os três reis magos que anteviram o nascimento do Messias, eram astrônomos e astrólogos que por perceberem o movimento no céu, entenderam que fato similar teria sua correspondência na terra, e com base nisso, partiram em busca do ser que nascia, e que traria uma mensagem de amor que marcaria a história da humanidade.
Buscamos também correspondência no céu ao trazer até vocês um pouco desse conhecimento e ao nos propormos ajudá-los a trilhar esse caminho de integração que é a proposta dessa seção.
Que os céus sejam síncronos com nossas propostas.
Claudia Araujo |
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